A melhor atitude é contextualizar a situação, falar, por pra fora, compreender a si e fazer o exercício de se colocar no lugar do outro. A maneira como interpretamos o mundo a nossa volta e os pensamentos a partir dessa interpretação, pode ser otimizada. Assim que consegui, após muita leitura, coordenar, organizar e comandar meus pensamentos, percebi que o problemão que eu havia criado a partir de uma situação, acabou; existe o medo saudável, aquele que adverte, que protege, mas aquele transtorno a partir de um medo que existia a partir de somente um pensamento, definitivamente acabou, o trauma todas as situações vivenciadas, serão superadas com o tempo e o enfrentamento. O importante é que com toda certeza, tudo passa e isso pra mim, também passou. Agora posso ajudar quem está vivendo tudo isso, motivada criei o conscienciarh.blogspot.com onde falo do conhecimento que adquiri após tudo que passei. Espero ajudar e contribuir a partir do melhor de mim. Uma psiquiatra me falou que: a maneira como conduzi esse processo é conhecido como terapia cognitivo comportamental, é o trabalho desenvolvido por psicólogos e alguns assistentes sociais, que se especializam na área e inexiste na rede SUS. Esperamos que em breve possa existir em postos de saúde, policlínicas etc, psicólogos aptos a atender pacientes com transtorno do stress pós traumático e síndrome do pânico, até porque diante de tantas situações inusitadas, a tendência é que esse quadro se instale com maior intensidade é preciso preparação e amparo, porque as pessoas podem ter uma vida normal, mesmo após experiências traumáticas, desde que haja acompanhamento eficaz. Muita Paz! Até mais!
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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